Às vezes até há casos em que os jogadores estão livres mas vão treinando de tempos a tempos noutros clubes! Só que, estar sempre a dar provas do talento que se tem a um clube que não quer assinar connosco não nos leva ao "estrelato"... E é essa a mensagem que se tem que passar aos jogadores. Eles é que fazem o jogo, não são os clubes! O facto de quererem jogar não implica que tenham que jogar no dito "clube de coração". Muitas vezes porque, simplesmente, não estão reunidas as condições mínimas para o fazer. Seja pelo jogador, pelo clube ou por ambas as partes. Mas, por muito que não se jogue no clube de coração, a paixão de querer jogar, fazer o melhor que se pode e dar o máximo para jogar bem, pode existir!
E acreditem, às vezes é isso que não só nos leva às luzes da ribalta, como nos mantém lá em cima! Hoje em dia, já ninguém sobrevive só a jogar por amor à camisola! ;)
quinta-feira, 10 de maio de 2012
"O nosso grande medo não é o de que sejamos incapazes.O nosso maior medo é que sejamos poderosos além da medida; é a nossa luz, não a nossa escuridão, que mais nos amedronta. Perguntamo-nos: "Quem sou eu para ser brilhante, atraente, talentoso e incrível?" Na verdade, quem és tu para não seres tudo isso?... Sentir-se pequeno não ajuda o mundo. Não há nada de brilhante em encolher-se para que as outras pessoas não se sintam inseguras à tua volta. E à medida que deixamos a nossa própria luz brilhar, inconscientemente, damos às outras pessoas permissão para fazer o mesmo".
"Nada te posso garantir a não ser aquilo que sou!... Farei com que te sintas sempre apoiado, pegando-te às cavalitas se necessário, para que vejamos o Mundo como Gigantes!"