São quase duas da manhã.
Aqui oiço música. Velhas, novas, assim-assim.
Mas sempre calmantes à medida que o tempo passa.
É refrescante.
O hoje de nunca, o ontem de sempre, e o amanhã de talvez.
As paragens, os andamentos, os para sempre às vezes e os às vezes eternos.
Sê corpóreo. Quero algo palpável, concreto e perceptível.
Sim.
Não.
Não mais quero o prolongamento do que são e do que foram.
Dás-me o privilégio de os receber? Assim serei feliz.
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