Sabido é, que nunca tive medo da luz, nem tão pouco me amedrontei com a minha sombra.
Natural era, que aprendesse a ver nas trevas dos outros a grandeza da minha própria escuridão…
Acho que demorei demasiado tempo a aceitar que há coisas que nunca se agarram.
Ou será que não aceitei?
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