Mexer em feridas mal saradas gera tumultos. E
tocar em coisas que amamos revolta. Acreditem, não há nada pior do que estar
num jogo de futebol quando o que queríamos era estar no Politeama a assistir a
um musical.
Nada mais irritante é o fingir que gostamos
quando no fundo nos sabe a amargo. E pior é quando às vezes pensamos que se não
formos ao centro comercial a nossa vida não é a mesma. Sim, porque dependemos
disso.
Mentira. Nós respiramos ar. Apenas e somente
ar. Por isso “viver para”, “depender de”, “não
passar sem”, são expressões que devem vir em último lugar. Primeiro “eu”. Confiança, estima, gosto e amor-próprio. Isso e
o ar. Essas são as coisas das quais não devemos passar sem.
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