quarta-feira, 26 de novembro de 2014

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

terça-feira, 18 de novembro de 2014

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

É isto... Macaco!@


Não faças do amanhã
o sinônimo de nunca,
nem o ontem te seja o mesmo
que nunca mais.
Teus passos ficaram.
Olha para trás...
mas vai em frente
pois há muitos que precisam
que chegues para poderem seguir-te.


Charlie Chaplin

domingo, 16 de novembro de 2014

Já passou?

Daqueles dias:
Paraesquecermesmo.

sábado, 15 de novembro de 2014

#fingers crossed



Oito ou Oitenta.

Apetecia-me fazer uma listagem de todas as asneiras que conheço.
Mas fico-me por isto: Dói. Muito.

They can read all about it.

So put it in all of the papers. I'm not afraid. 
They can read all about it.

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Continuo a dizer que:

- O que me tira o sono ainda é o mesmo que me faz acordar todas as manhãs.
- Gosto mesmo de ti.

"I hate this part right here"

Aquela parte em que quanto mais conheces, mais gostas.
Quanto mais gostas, mais queres.
Quanto mais queres, menos podes ter. 
Lixado, não?

Histórias ou Lições de vida... como queiram.

Era uma vez três amigas.
Foram ao café e uma delas tirou uma caixa de pastilhas, perguntando:
- "Querem uma Pastilha?"
Uma das amigas disse que sim, a outra disse que não.
A primeira deu a pastilha à amiga que disse que sim e de seguida voltou a guardar a caixa de pastilhas na mala,
Passados dois minutos, a que disse que não lembrou-se:
- "Olha, afinal quero uma pastilha!"
Ao qual a amiga respondeu:
- "Agora já passou o tempo. Não te vou dar a pastilha."
(Silêncio)
- "Sim, estou a falar a sério"
continuou ela...

"Tu tens que saber aproveitar as oportunidade que te dão. Tens que saber aproveitar o momento. 5 segundos depois podem ser tarde de mais. Isto é por causa de uma caixa de pastilhas mas isto serve de exemplo para tudo na vida. Há que aproveitar todos os momentos, na hora, ao minuto e ao segundo."

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Aqueles dias...


... em que até certas músicas te custam ouvir. 

domingo, 9 de novembro de 2014

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Quantas coisas perdemos por medo de perder?

Quando se pode conquistar o Mundo mas ao invés disso,
Prefere ser-se dono da aldeia com medo de arriscar.

Às vezes...

...é mais fácil dizer que está "tudo bem" do que explicar porque é que está mal.

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Insónias.

Insónias? Sim, também as tenho. Também me deito na cama e dou voltas e contravoltas.
Chego mesmo a entrar em contramão. Pensamentos. Sentimentos. Emoções mil.
Aquele 8 e 80 de que tanto falamos. É como se viajasse num carrinho de choques.
Entendes o que escrevo? Sentes o que sinto? Serão mundos diferentes? Distintos? Se calhar. Eu sei que também os há. Mas também o povo diz que “os opostos atraem-se”. Não sei. Enquanto o que te disser, fizer, escrever e sentir surtir efeito em ti eu vou acreditar na utupia. Vou acreditar que posso procurar o que preciso em ti. Mas nos entretantos a página 25 do capitulo VIII do meu livro que outrora se mostrava branca como a cal preenche-se. Não são só as letras, as palavras e as frases que a preenchem. Mais do que textos são beijos, abraços, mensagens e massagens, carinhos e ternuras, afectos e sorrisos que a pintam. Depois vêm as lágrimas, as inseguranças e os ciúmes que borram a pintura toda. Mas às vezes é assim que surge o abstrato. E é nele que encontramos o que mais precisamos: O equilíbrio. O abstrato não tem certo ou errado. Tem interpretações. E a nossa transmite-nos o que nós queremos ver, sentir, pensar, desejar e viver.

Chego àquela altura da noite em que dou uma última volta na cama. Viro a cara para o lado direito, limpo os olhos, ajeito os phones nos ouvidos, baixo o volume da música e penso. Talvez eu não seja para ti. Ou talvez tu não sejas para mim. Ou talvez não sejamos um para o outro simplesmente. Mas esta é aquela parte do meu livro que tu me ajudas a escrever. Aquela parte que sabemos que teremos de escrever a dois. Porquê? Porque aquilo que me tira o sono é o mesmo que me faz acordar todas as manhãs. Ele. Insónias. 

E se for um erro?

A vida é feita de escolhas.
E as escolhas às vezes são perigosas.
Às vezes também são acertadas. Outras vezes erradas.
Mas só aprende quem erra. E por vezes também só quem erra aprende.
E se tudo for um erro? Se for... que o seja.
É no erro que consiste o fruto proíbido.
E é nele que o desejo impera.

Mas nada que nos faça feliz, ainda que por breves momentos, pode ser considerado um erro.
Talvez uma escolha menos acertada, mas nunca um erro.
Mas as escolhas têm que ser acertadas?
Não são as quedas que nos fazem mais fortes?
Não são elas que nos fazem crescer?

Seja como for. Se for um erro...
Então olha, foste és a melhor forma de errar.

Se eu pudesse, roubava o tempo do mundo...

"Se eu pudesse, ser diferente e mudar por ti 
ser o que mereces e manter-me assim 
trocar a vida que tenho pela que desejas 
e não te encher de lágrimas quando me beijas 
ser o teu poeta, o momento que mais sentiste 
o teu mais que tudo, quando tudo o resto é triste 
Se eu pudesse, era tudo como preferes 
mas eu não posso ser tudo aquilo que queres..."

05.11.11


Pelo que me fizeste aprender,
Pelo que me ensinaste,
Obrigada.

terça-feira, 4 de novembro de 2014

8 ou 80


No quiero separarme de ti

Los dos en un solo cuerpo,
Bailando lento.


Lento, baílame lento
Así con todo sentimiento,
Vem cá menina, não me deixe.

Lento, cierra los ojos
Y vivamos el momento.
Baila conmigo hasta que veas salir el sol