O post anterior era já como que uma preparação mental da vossa parte para o que se segue. Esta cena passou-se no dia 09.02.2009, pelas 20horas e 37 minutos, aproximadamente.
...
Quando disse para não lerem porque era mau estava mesmo a ser sincera. Aliás, toda eu sou sinceridade. Isso e estupidez, claro. Bom, mas isso já vocês sabem (ou se calhar não).
O que me levou a escrever este texto foi, nada mais, nada menos, do que uma cena bastante espirituosa que sucedeu à coisa de 20 minutos. Ora bem, vou deixar-me de rodeios e ser mais directa.
Eu, aliás, como qualquer ser habitante deste planeta, tenho necessidades fisiológicas. Sim. Apesar de todas as perturbações que advêm da minha anormalidade enquanto ser humano (ou pseudo-pessoa, como queiram), sinto necessidade de ir á casa de banho de quando em vez. E não. Não sou incontinente. Esse tipo de problemas deixo para a minha amiga Diana (aqui fica a alusão virtual Dih). Como tal, dirigi-me até à “toilette” cá de casa.
Ah! É de salientar que a minha mãe estava em casa à cerca de 5 minutos apenas. Estúpido? Nem por isso. Mais á frente irão perceber o porquê deste pequeno apontamento.
Estava eu, à aproximadamente 2 minutos, neste compartimento maravilhoso da casa, quando oiço alguém dizer:
“ – Agora é que te lembras de ir á casa de banho?” (era a minha mãe, óbvio!)
Ao qual eu retorqui:
“ – Desculpa lá se agora também há horário para vir ao WC.”
Para a próxima tenho em atenção qual é o meu turno no que concerne ao uso da casa de banho, pensei eu. (Até porque não há mais nenhuma casa de banho aqui em casa nem nada).
Não obstante, a conversa (ou monólogo) da minha mãe continuou.
“ – Uma pessoa chega a casa, é só o tempo de pôr as pantufas a aquecer e descalçar-se e já a casa de banho está ocupada, francamente. (bla bla bla) Vá, despacha-te que eu preciso de ir aí.”
Eu, como filha educada e obediente que sou, saí de imediato. Vim para o quarto e pensei; “O mundo está perdido”
Ainda falam da adolescência. A pré-terceira idade (Não mãe, não te estou a chamar velha. É com todo a estima que digo isto. Desculpa.) é bem pior. Uma pessoa já não pode urinar (sim gente promiscua, não estava a fazer mais nada.) sem ter a progenitora do lado de fora a queixar-se de que aquela era a hora de ela estar na casa de banho.
Como é que eu não me lembrei? Que falha. Os turnos, claro! Que disparate. E assim me fico…
P.S. Aceito reclamações ou convites para um suícidio, eu sei que foi má. Má não. Péssima. Mas também, fui educada. Fiz um aviso prévio.
Bem, como pseudo-pessoa que se preocupa com a sanidade mental dos leitores deste blog (que são muito poucos ou nenhuns.) não vou acrescentar mais nada á história, que por si só já é execrável.
Adeus!
LLOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOL és tao comica minha besta. que saudades
ResponderEliminarE porque o comentario da filipa esta perfeito para a situacao nao tenho mais nada a acrescentar a nao ser a situacao em que me encontro:
ResponderEliminarLMAO!!!!!!!!!!!!!!!!
adorei! xD
ResponderEliminar