Desvaneceram-se as alienações com quem tanto aprendi.
Começaram as meiguices que contigo conheci.
Fecharam-se as portas que outrora se abriram.
As janelas por sua vez, desabrocharam que nem túlipas na primavera.
Por isso, dá-me a tua mão e vem comigo.
Deixa-me mostrar e dar-te a conhecer todos os cantos que não sabes que existem.
Anda, vem. Quero trancar-te em mim. Deixas?
Juntos podemos fazer mais e melhor.
Caminhar, encontrar, conhecer, conseguir e construir.
Se prometeres ajudar-me a carregar os tijolos. Eu até me ponho a construir uma ponte.
E sem bóias!
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